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Pokemon Blue rodando em cartucho de SNES

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Embora o objetivo principal do Super Game Boy seja fornecer acesso a uma biblioteca de títulos portáteis na tela grande, há alguns games que mereciam versões para Super Nintendo. Com isso em mente, um gamer retro decidiu que Pokemon Blue merecia uma versão de 16 bits, mesclando o acessório de Super Nintendo e o cartucho de Game Boy. mmmstephen dissecou o Super Game Boy e removeu o slot de cartuchos, soldando o jogo de 1998 no acessório. Depois de garantir que seus muitos pontos de solda estavam funcionando como esperado, mmmstephen colocou o adaptador modificado com a placa de Pokemon Blue em um cartucho de Super Nintendo padrão. Embora você possa argumentar que todo este processo nada mais é do que uma modificação inútil, ver Pokemon Blue rodando em um cartucho de SNES padrão é bastante impressionante. Embora nós não esperamos ver muito mais mods como este, gostaríamos de uma versão não oficial de 16-bits do jogo de Game Boy!Pokemon Blue rodando em cartucho de SNES

'Street Fighter V' ganha modo história e dois novos lutadores, Ibuki e Balrog

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Senta que lá vem história
"A Shadow Falls" parte do pressuposto que você jogou as introduções de cada um dos lutadores do jogo – o que você até deve ter feito, mas provavelmente não se lembra mais de tão insignificantes que são – e mostra Ryu, Guile, Chun-Li e Cammy em uma missão para impedir o vilão M. Bison de ativar um grupo de satélites chamado "7 Black Moons" (7 Luas Negras). O objetivo? Ter poder completo sobre o mundo, é claro.
O esquema lembra o de "Mortal Kombat". O próprio motor gráfico de "Street Fighter V" processa as cenas cinematográficas que encaminham o enredo, e em determinados momentos você assume o papel de vários lutadores do elenco – incluindo os vilões. Mas as similaridades meio que param por aí.
Ao contrário de "Mortal Kombat", o modo história de "SF V" não consegue desenvolver bem as motivações e as próprias personalidades dos World Warriors. Com exceção de Charlie, que é um personagem sem memória, todos os outros sofrem para passar algum tipo de convicção.
Também falta um encadeamento de eventos convincente. Depois de controlar Ryu em uma luta contra Dhalsim, por exemplo, assumi o papel de Necalli... contra o Ryu. Após vencer o homem do hadoken, o controle mudou para Dhalsim... contra Necalli. É um vai e vém muito estranho, aleatório até, que atrapalha o desenrolar dos fatos.
Outro ponto alto do modo história de "Mortal Kombat", alem do roteiro bem feito, é poder testar lutadores que em condições normais você talvez não fosse selecionar. Com isso, os jogadores são "forçados" a aprender pelo menos um pouco sobre os personagens, em termos do passado e dos golpes de cada um.
Mas em "Street Fighter V" as lutas são muito rápidas e duram só 1 round (pelo menos no 1º capítulo). E foram raros (para não dizer inexistentes) os momentos em que você joga mais de uma partida seguida com o mesmo personagem. Nesse ritmo, não dá tempo de se familiarizar, muito menos de pensar em tentar entender algo sobre o novato Rashid.
Capcom, vamos amadurecer
Outra característica que incomoda bastante é o viés sexualizado de algumas das cenas. "Street Fighter" é uma série conhecida pelo exagero, pelos corpos voluptuosos, tanto de homens como de mulheres. Mas algumas das tomadas do modo história chegam a dar vergonha.
Tem close na bunda da Cammy quando ela topa com o Guile; tem foco nos seios da Chun-Li quando ela está prestes a lutar com M. Bison; e tem até uma insinuação carnal entre as duas, com direito a gemidinhos e troca de olhares libidinosos só porque Cammy salva Chun-Li da morte eminente. Porque é óbvio... é nesse tipo de momento que o "crush" fala mais alto.
Não há justificativa para essa abordagem porque ela é completamente desnecessária. Não sei nem se esse tipo de tática ainda tem algum apelo com os mais jovens – poderia ser uma desculpa, perversa!, mas poderia. Mas com os adultos pode ter certeza: tanto não cola como incomoda e empobrece a história que o jogo (ou filme, ou "whatever") estiver tentando contar.
De graça até injeção na testa?
Se você já tem o game da , eis aí um conteúdo que chega de bandeja e pode te fazer voltar a jogar "Street Fighter V" – ou só deixar as batalhas online um pouco de lado, para variar. E em meio a ondas de DLCs pagos cada vez maiores, é sempre bom levar alguma coisa de graça.
Mas a impressão que esse primeiro capítulo deixa é que sim, o modo história de "Street Fighter V" foi uma resposta às pressas (e mais uma vez incompleta, inacabada) às duras críticas feitas à versão inicial do game, bem crua em termos de conteúdo e com vários problemas de conexão.
Se você ainda não tem "Street Fighter V" e estava esperando por mais para se decidir, sinto dizer que não é o modo história que vai justificar a compra.         




        

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